A Páscoa

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A VERDADEIRA PASCOA.

Comemoramos um Cristo vivo, ressuscitado, que celebrou a ceia aos seus discípulos e foi oferecido sacrifício em nosso lugar.
Não comemoramos um comercio, nem um coelhinho que bota ovo, isso é sincretismo. (Significado de Sincretismo, S/masc. Mistura de cultos, Filosofia vã, sistema social).

A PASCOA JUDAICA É COMEMORADA À LUZ DA BÍBLIA NO DIA 14 de abibe ou Nisã, Primeiro mês do ano (ao contrário do calendário de Gregório – O calendário de Gregório aponta o mês de 31 dias além de tirar a adoração do sábado do Senhor.).
EM 2017 o dia oficial foi 11 de abril, comemora se uma semana de festa terminando ao anoitecer de Terça-feira, 18 abril, 2017. Iniciou se ao pôr do sol de Segunda-feira, 10 abril, 2017.

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A primeira pascoa aconteceu com a saída do povo de Israel do Egito com o mandamento do Altíssimo: Celebrem a pascoa, (Cada família um cordeiro). Comeram e saíram apressadamente.

No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex 23.14-17; 34.18-23):
A primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas pelo cristianismo, porém, a terceira foi relegada ao esquecimeneto.

Pessach (do hebráico, פסח, que significa passar por cima ou passar por alto) é a “Páscoa judaica”, comemorada em 11 de abril (nesse ano) o dia oficial pelo calendário verdadeiro (Judáico), também conhecida como “Festa da Libertação”, celebra a libertação dos hebreus da escravidão no Egito em 14 de Nissan no ano aproximado de 1440 a.C (para os conservadores) ou 1280 a.C. (para os liberais).

De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3.500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo egípcio. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebreia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.
Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo a ira divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.
Como recordação dessa liberação, e do castigo de Deus sobre o Faraó, foi instituído para todas as gerações o sacrifício de Pessach.
É importante notar que a palavra Pessach significa “passagem”, porém a passagem do anjo de morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.

Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar, para pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza ou por viagem.

Celebração da Páscoa na época do Segundo Templo (A segunda páscoa)

Porque Cristo nossa páscoa foi oferecido em sacrifício por nós (1 Co 5.7)

A verdadeira pascoa no cristianismo à luz da verdade Cristocêntrica, Cristo o único cordeiro, o sacrifício vivo, ressuscitado.
A ceia do Senhor é o segundo sacramento, o batismo é o primeiro. É importante lembrar que a igreja de Cristo só reconhece esses dois.
A Santa Ceia do Senhor, estabelecida por Jesus Cristo, (Yeshua Hamashia) junto a seus discípulos, em substituição à pascoa Judaica, é o novo testamento, o testemunho da obra redentora na cruz do calvário, é a celebração da nossa aliança com Deus, é o testemunho da nossa comunhão com Cristo, Yeshua Hamashia, através da nova aliança; comunhão com a igreja, privilégio para os salvos, arrependidos, que nasceram de novo, que foram batizados no Nome de Jesus Cristo conforme Atos 2, 38.

A noite do Seder é uma ocasião em que estas forças não têm o poder de nos atrapalhar. Pois Pêssach é a “Estação de Nossa Liberdade”. A partir da época do Êxodo – e de fato, desde o início dos tempos – esta noite foi escolhida como uma noite na qual é concedido o potencial de expressar nosso âmago Divino. Todo ano, nesta época, dentro da hierarquia espiritual do mundo, há um “êxodo do Egito.” Todas as restrições caem por terra e a Divindade transcendente é revelada.
Este despertar espiritual filtra para dentro de nossa alma, prontificando-nos a expressar nosso ilimitado potencial Divino, e deixar o Egito, i.e., romper toda e qualquer restrição.
A páscoa é Cristo em nós, somos livres, precisamos renunciar o pecado sair do Egito espiritual.

Pastor Presidente Carlos Barbosa

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