O Brasil que queremos. Minas que precisamos.

Sem contradição alguma: Minas será novamente administrada por alguém que tem competência e honestidade.

 

Por Redação, 14/05/2018.
Carlos Barbosa/Jornal Luz Metropolitana/Agencia notícia/RMBH

 O estado de Minas Gerais precisa ser reconstruído.

O senador Antônio Anastasia (PSDB), declara que o governo do estado poderia ter evitado as fortes crises econômica que Minas está passando. Deveria ter sido feito corte de gastos e reduzido cargos em comissão.

O Senador Anastasia afirma que é necessário colocar a casa em ordem. “Tenho buscado formas de promover a desjudicialização e de diminuir bastante a burocracia em nosso País, de modo a facilitar a vida das pessoas e gerar mais progresso e desenvolvimento. Uma das opções para isso passa pela arbitragem: um método alternativo ao Poder Judiciário que oferece decisões ágeis e técnicas para a solução de conflitos”.

Político tem que ser pessoa capaz. É necessário ter cultura, caráter e conhecimento.

O Deputado Dalmo Ribeiro disse em seu discurso: “O senhor, que tão bem representa Minas no Senado, precisa estar conosco. Minas nunca faltou com seu papel na história”, disse se dirigindo a Anastasia.

 O Brasil que queremos ainda não tem um nome para presidente

Queremos um presidente legítimo! Precisamos de um nome para presidente do Brasil. Ainda não há alguém que preenche a lacuna, que seja um nome como de Anastasia; até porque se for ele nosso candidato à presidência, poderá vir a ser o melhor presidente de todos os tempos. Quem sabe poderá haver mudança… Então o Brasil estará no rumo certo.  

 

Senador Anastasia e o editor do jornal luz metropolitana – Carlos Barbosa  

Alguns grupos políticos querem suscitar nomes que nunca fizeram nada pelo Brasil. Mandatários que parecem mais fazer parte de milícias do que ser legislador. Pessoas que estão no poder há muitos mandatos e nunca aprovaram se quer projetos ou requerimento de interesse público, e que, sobretudo, são falastrões e ferem os direitos constitucionais, valendo-se do poder e escondendo-se atrás do foro privilegiado.  Falam o que bem querem, ofendem as mulheres e fica por isso mesmo. É esse o tipo de presidente que nós brasileiros queremos? Queremos um presidente legítimo.

 

 

Deputados Federais e Estaduais

O País precisa de deputados novos desde que sejam honestos e tenham caráter. Não a maioria dos que aí estão. Recebem e têm verbas de bilhões e não produzem pelo que recebem. Nota-se um país afogado em miséria, manifestações e paralizações. A educação precisa de incentivo e investimento. A situação da saúde sempre à desejar no âmbito federal, mas isso se tornou apenas jargão para se ganhar uma política. A verdade é que nunca melhora, nunca muda… No país não é segredo uma economia falida, marcada pelos projetos de governo que não tem consistência. É uma tremenda roubalheira na política Brasileira…

Senadores

O Brasil não precisa de espertalhões, manobristas e comunicadores de plantão querendo o senado. Nós precisamos de homens e mulheres que governam de fato, pessoas que não venham atender uma minoria além de seus próprios interesses. É necessário produzir. Sem falar nos políticos religiosos que só fazem é atrapalhar usando dos artifícios da religião. Antes fossem ateus ou livres pensadores. Na pior das hipóteses, que deixassem sua religião para o lado de fora do Congresso. Talvez assim produzissem mais e não escandalizassem as religiões que pregam.

Não vote em candidato que se esconde atrás de religião, que se apoia em uma classe de lideranças, ou que cobra pelo voto e vende suas ovelhas.

Interesses particulares.

Dívidas de campanha feitas em alianças e traindo um povo: é assim que se chega ao poder.  Não pelo conhecimento e mérito.

Até quando, Brasil?

O senado vai perder para Minas Gerais ganhar com Anastasia

Quem é Anastasia? (disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Anastasia)

Antonio Augusto Junho Anastasia (Belo Horizonte9 de maio de 1961) é um políticoprofessor e advogado brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). É graduado e mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais.[2]

Anastasia foi eleito vice-governador de Minas Gerais nas eleições de 2006. Com a renúncia de Aécio Neves em março de 2010, assumiu o governo até o final do mandato. Foi reeleito nas eleições de 2010 em primeiro turno com 6,2 milhões de votos (62,72%). Permaneceu neste cargo até 4 de abril de 2014, quando renunciou para coordenar o Plano de Governo de Aécio Neves para Presidência da República e se colocar à disposição para candidatura ao Senado Federal.[3] Foi eleito senador em 5 de outubro de 2014 com 56,73% dos votos válidos, assumindo o cargo em 1º de fevereiro de 2015.

Biografia

Filho de Dante Anastasia e Ilka Junho Anastasia, é proveniente de uma família de servidores públicos – a mãe é professora aposentada, a avó materna foi professora, o avô materno foi fiscal de Rendas do Estado, e as irmãs são, como ele, professoras universitárias. Sua família materna é nativa de São Gonçalo do Sapucaí [4], no Sul do Estado de Minas Gerais, onde seus avós passaram a vida e onde sua mãe nasceu e, após ela se formar, conheceu seu marido Dante (nessa época já instalada na capital). O casal decidiu morar na capital onde teve seu filho Antônio Anastasia, e suas duas filhas Carla e Fátima Anastasia.

Exerceu os cargos públicos de secretário-adjunto de Planejamento e Coordenação Geral, secretário estadual de Cultura, secretário estadual de Recursos Humanos e Administração, e de presidente da Fundação João Pinheiro, todos na administração pública do estado de Minas Gerais durante o governo Hélio Garcia (1991-1994).[5]

É torcedor e conselheiro Grande Benemérito[6] do Clube Atlético Mineiro. Foi contemplado com o Galo De Prata no ano de 2004.

Ocupa a Cátedra nº 4 da Academia Nacional de Economia.[7]

Formação

Graduado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1983, recebeu o Prêmio Barão do Rio Branco de melhor aluno de sua turma. Também na UFMG, obteve o título de Mestre em Direito Administrativo, defendendo dissertação sobre o Regime Jurídico Único, que versava sobre os servidores na Administração Pública. Foi professor de Direito Administrativo da tradicional Faculdade de Direito Milton Campos. Em 1993, prestou concurso público para o cargo de professor da Faculdade de Direito da UFMG, onde passou a lecionar Direito Administrativo.[8]

Governador de Minas

Anastasia disse que nunca teve pretensões de ser governador, já que sua carreira era voltada para a administração pública, em cargos em comissão. Porém, graças ao trabalho desenvolvido durante o primeiro mandato de Aécio Neves, acabou sendo convidado para compor a chapa de reeleição como vice-governador de Minas Gerais em 2006.

Na eleição de 2010, Anastasia se tornou o candidato do PSDB para o Governo de Minas,[9] tendo como companheiro de chapa majoritária o então presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Alberto Pinto Coelho, do Partido Progressista (PP). Anastasia venceu no primeiro turno, obtendo 6.275.520 votos – totalizando 62,72% dos válidos – com a proposta de “continuar e avançar” o trabalho desenvolvido junto com Aécio Neves em seus dois mandatos como governador.

Foi empossado em 1º de janeiro de 2011, com cerimônias na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e no Palácio da Liberdade. Em seus discursos em ambas as ocasiões afirmou compromissos com o desenvolvimento sustentável do Estado, o combate à pobreza e a defesa de um novo Pacto Federativo que confira maior autonomia a Estados e municípios.[10][11]

Seu plano de governo, intitulado “Minas de Todos os Mineiros – As Redes Sociais de Desenvolvimento Integrado”, foi apresentado como a terceira geração do Choque de Gestão implantado por Aécio em seu primeiro mandato, iniciado em 2003. O programa listava 365 compromissos para melhorar a qualidade de vida, os indicadores sociais do Estado e aumentar a renda da população. O plano propunha a criação de redes entre o Estado, a sociedade civil organizada e a iniciativa privada.[12]

No março de 2014, em uma entrevista coletiva, anunciou que deixaria o comando do Governo de Minas Gerais no dia 4 de abril, para se dedicar à construção do plano de Governo de Aécio Neves para Presidência da República, passando o posto de governador para o então vice-governador Alberto Pinto Coelho [9]. Naquela oportunidade, se colocou à disposição para candidatura ao Senado Federal.[3]

Governo de Minas e Choque de Gestão[

No texto de apresentação do livro “O Choque de Gestão em Minas Gerais – Políticas da Gestão Pública para o Desenvolvimento”,[13] Anastasia escreveu: “Em 2002, o panorama da Administração Pública estadual mineira não era positivo.

O Choque de Gestão buscou aprimorar a máquina pública, com melhoria dos serviços prestados à população, e racionalizar os gastos públicos na busca de maior eficiência. Em dois anos, o Governo do Estado equilibrou suas finanças, chegando ao chamado Déficit Zero, possibilitando a regularização do pagamento de direitos dos servidores públicos, a retomada de contratos de financiamento junto às agências de fomento internacionais e iniciando uma política de investimentos focada, sobretudo, na segurança pública e nas áreas sociais.[14]

No primeiro mandato de Aécio Neves, Anastasia foi nomeado secretário de Estado de Planejamento e Gestão, cargo no qual coordenou a implantação do Choque de Gestão. Em 2005, Anastasia tornou-se secretário de Estado de Defesa Social[15] e lançou uma política de metas para a ação policial, sendo umas das principais a integração das polícias Militar e Civil.

O Programa Estado para Resultados listava como principais objetivos o equilíbrio fiscal, a definição e cumprimento de metas, a solidificação das conquistas que deviam ser apropriadas pela sociedade e a criação de um ambiente de desenvolvimento e sinergia com o setor privado. O programa propunha integrar um conjunto de ações funcionais e temáticas de forma multissetorial e estratégica. Foram definidas treze Áreas de Resultados: Educação de Qualidade; Vida Saudável; Protagonismo Juvenil; Rede de Cidades e Serviços; Qualidade Ambiental; Defesa Social; Investimento e Valor Agregado da Produção; Inovação, Tecnologia e Qualidade; Logística de Integração e Desenvolvimento; Redução da Pobreza e Inclusão Produtiva; e Desenvolvimento do Norte de Minas, Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce.[14]

O Estado para Resultados estava inserido no Programa de Governo da segunda candidatura do governador Aécio Neves, convertido no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), que se estende até 2023. O PMDI tem dois pilares: a qualidade fiscal, ou seja, gastar bem os recursos do Estado, e a qualidade e inovação na gestão pública.[14]

Resultados do Choque de Gestão

O Choque de Gestão e o Estado para Resultados são apontados como os pilares de administração e planejamento das principais realizações do governo Aécio Neves. Entre estas realizações, o livro “Aécio – Os Anos que Mudaram Minas Gerais”,[16] balanço de governo publicado pelo PSDB-MG, reivindica avanços em diversas áreas. Para os servidores públicos, o equilíbrio das contas do Estado se traduziu no fim da escala de pagamentos, regularização do 13º salário, pagamento de verbas retidas e implantação dos Planos de Carreiras.[17]

O equilíbrio fiscal permitiu, também, que o Tesouro Estadual passasse a ter recursos para investimentos, bem como o acesso a financiamentos de organismos internacionais, até então vedados ao Estado devido ao déficit orçamentário.[18]

Na área de educação, os investimentos cresceram 522% entre 2003 e 2008. Minas foi o primeiro Estado a implantar o ensino fundamental de nove anos em toda a rede pública; o percentual de alunos que lêem e escrevem adequadamente aos oito anos de idade subiu de 49%, em 2006, para 73% em 2009; o governo implantou um sistema de distribuição gratuita de livros didáticos para alunos do ensino médio; no 5º ano do ensino fundamental, Minas ocupa o primeiro lugar com o melhor desempenho em matemática e português e com o maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb 2007) da Região Sudeste; Minas é o Estado que possui maior número de escolas de 5º ano do ensino fundamental com Ideb maior ou igual a 6, a média dos países desenvolvidos.[19]

Anastasia destaca ainda as medidas administrativas que estão sendo implementadas pelo Governo de Minas, reduziram o número de secretarias e de cargos de confiança e gerou uma economia de R$ 1 bilhão para o estado de Minas Gerais. “O entendimento deveria ser o de que, quanto mais o governo diminuir o tamanho de sua estrutura, mais poderá fazer pelo cidadão”,concluiu.[20]

Crítica ao Choque de Gestão

Apesar da publicidade em torno do Choque de Gestão, essa estratégia de gestão governamental foi criticada por diversos segmentos sociais e analistas[21] ligados a partidos políticos opositores. No livro “Desvendando Minas – Descaminhos do projeto neoliberal”, de autoria do vereador de Belo Horizonte Gilson Reis, do Partido Comunista do Brasil, (Belo Horizonte, 2013, 328 p.) o choque de gestão é tratado como elemento central da propaganda de governo estadual, sendo criticado por implantar um modelo gerencial de administração pública neoliberal[22].

Senado federal

Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[23] Em julho de 2017 votou a favor da reforma trabalhista.[24]

Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[25][26]

Inquérito e arquivamento

Em 6 de março de 2015, o Ministro Teori Zavascki, do STF, autorizou a abertura de inquérito contra Antonio Anastasia, juntamente com outros 48 políticos brasileiros com foro privilegiado de diversos partidos, a pedido da Procuradoria Geral da República, por conta de citação nas investigações da Operação Lava Jato da Polícia Federal.[27] Na ocasião, o ex-policial Jayme Alves Oliveira Filho, conhecido como “Careca”, disse que foi a Belo Horizonte entregar dinheiro a uma “pessoa muito parecida” com Anastasia a mando do doleiro Alberto Youssef. Youssef confirmou que enviou recursos ilícitos para Belo Horizonte, porém negou que fossem para Anastasia.[28] O ex-policial Jayme foi condenado a 11 anos e 10 meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro.[29]

Em 28 de agosto de 2015, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal o pedido de arquivamento da investigação sobre o senador Antonio Anastasia, alegando que as suspeitas contra o senador não tinham se confirmado.[30] Com a notícia do arquivamento, que foi repercutida pelo senador como a prova de sua inocência,[31] Anastasia disse estar tranquilo: “Esse foi um caso sem pé nem cabeça, lamentavelmente levantado contra mim por motivos que ainda não descobri. Mas o procurador-geral percebeu que não há nada, então termina esse pesadelo.”, disse Anastasia a uma rádio mineira [32] Em sua conta no Twitter, o senador cobrou que a notícia do arquivamento fosse tão divulgada pela imprensa quanto a acusação.[33] A Polícia Federal, no entanto, fez junto ao STF o pedido de prosseguimento das investigações, dizendo estar de posse de fatos desconhecidos ao Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.[34]

Em 29 de outubro de 2015, o inquérito foi encerrado definitivamente pelo Supremo Tribunal Federal, atendendo a um pedido da Procuradoria Geral da República, já que as alegações não se confirmaram verdadeiras.[35]

(Agencia Senado) fonte/E/M

O senador Antônio Anastasia (PSDB), que estava resistente em se candidatar ao governo do estado, aceitou entrar na disputa depois do apelo da cúpula do partido. O parlamentar afirmou nesta noite ao Estado de Minas que passou a considerar a candidatura por temer o esfacelamento do PSDB no estado se não houver aglutinação de forças políticas. O apelo feito pelo senador Aécio Neves foi muito importante para a decisão. Anastasia informou também que conversas neste fim de semana serão fundamentais para garantir apoio político e viabilizar o seu nome.

Pela manhã, Anastasia participou, ao lado do deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM), das comemorações do aniversário de Ouro Fino, no Sul do estado. No evento, já em tom de pré-campanha, pregou a união do seu grupo político para dar um “basta” ao governo Fernando Pimentel (PT). O tucano foi apontado como a melhor opção para compor as oposições e disputar o Palácio da Liberdade. O porta-voz do pedido para Anastasia concorrer ao governo foi o deputado estadual Dalmo Ribeiro (PSDB), que disse falar em nome das bancadas de deputados estaduais e federais de Minas e dos prefeitos. “O senhor, que tão bem representa Minas, no Senado precisa estar conosco. Minas nunca faltou com seu papel na história”, disse se dirigindo a Anastasia. Os 35 prefeitos e 70 lideranças presentes aplaudiram.

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Dalmo Ribeiro pediu que Anastasia aceitasse ser o “timoneiro” neste momento de travessia pelo qual Minas Gerais passa. “Tenho certeza que a voz unânime dos mineiros e prefeitos é que vossa excelência repense (a decisão de não concorrer) ”. O parlamentar pediu ao ex-governador para assumir o estado “para que possamos ter um governo austero, com ética e moralidade”, Anastasia conclamou os prefeitos e lideranças locais a ajudarem a oposição ao governador Fernando Pimentel a chegar ao poder. O tucano subiu o tom das críticas ao governo petista e disse que precisaria de pelo menos cinco dias para apontar todos os desatinos cometidos pela atual gestão. Segundo o ex-governador, a força dos prefeitos é necessária para dar um “não”, um “chega” ao atual governo de Minas. “Basta, não toleramos mais”, disse. Anastasia exaltou feitos de sua gestão no Palácio da Liberdade e disse que Pimentel acabou com eles.

O tucano disse lamentar ter encontrado estradas esburacadas ao viajar de carro para a cidade e começou a listar perdas: “Pró MG tinha, não tem mais. Poupança Jovem, tinha e não tem mais. O Caminhos de Minas tinha e não tem mais”, afirmou. Segundo Anastasia, “até um simples mata-burro, que tínhamos milhares, não tem mais”, afirmou.

 (Fonte: EMMG)

 

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