Atuação da Polícia Militar e Civil em Santa Luzia.

Atuação da Polícia Militar e Civil em Santa Luzia - Foto Carlos Barbosa - Jornal Luz Metropolita - Folha Funilândia (2)
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Autoridades da cidade prestam esclarecimentos à população Luziense.

Moradores de Santa Luzia, sociedade civil, autoridades e vários representantes buscam esclarecimentos sobre as companhias de polícia em Santa Luzia. A busca foi pautada sobre a Prestação de serviços da Polícia Militar e Polícia Civil na cidade de Santa Luzia, a audiência pública foi realizada na quinta-feira (21), no plenário da ‘Casa Legislativa’.
A audiência contou com um público bem participativo, principalmente os moradores do Bairro Boa Esperança, que através da senhora Geralda Mara Matoso, apresentaram os índices estimativos de violência na cidade.
Convocados para composição da mesa: o vereador Sandro Coelho PSB, presidente da Câmara Municipal); Denílson Martins (presidente. Do SINDIPOL); Sindicato de Polícia Civil de Minas Gerais. Adriana das Neves Rosa (Delegada de Investigação de Homicídios de Santa Luzia); O Comandante de Polícia, Sr. Carlos Alves de Oliveira (Capitão da PM 150ª Cia); Waldomiro Gomes (Secretário Municipal de Segurança Pública); Rodrigo Melo (Dir. do Presídio do Palmital); e Daniel Cunha (Procurador da Câmara Municipal). Já para a composição do Plenário foram convidados: Geralda Mara Matoso (Conselheira Fiscal da Associação do Boa Esperança); Ronilson Leandro de Souza (Representante da Associação Empresarial do Comércio); Lindomar Aparecido Ribeiro (Representante da AESL); Padre Gustavo da Forania de Santa Luzia; e David Martins (Sargento da PM e ex-vereador municipal). Estiveram presentes os vereadores: André Leite, Nilson Martins, Paulo Bigodinho, José Claudio, Neylo Cabral, José Marcelino; e notória representação feminina pelas vereadoras Suzane Almada e Luiza do Hospital; demais funcionários do Legislativo.
O requerimento que solicitou a audiência pública é de autoria do vereador Paulo Bigodinho. O Principal assunto abordado foi o fechamento das companhias fixas da PMMG, fato este que ocorre em Belo Horizonte e deu certo. Os moradores de Santa Luzia temem que aconteça na cidade, porém, conforme esclarecimento do
Capitão Oliveira (PM), a ação em comento não está prevista para a cidade de Santa Luzia.

QUEM TÊM INSEGURANÇA É IGUAL QUEM TEM FOME, TEM PRESSA!

Dr. Denílson Martins, Presidente do Sindipol/MG
Representando a polícia Civil do Estado de Minas Gerais

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Cumprimentou a todos os presentes na pessoa da vereadora Suzane Almada.
A violência se resolve se houver integração da sociedade e a segurança pública.
A comunidade não é X9 mas pode trazer informação, o pastor, o padre pode trazer o assunto para ser resolvido sobre a violência doméstica.
As bases comunitárias tem um papel importante na ação preventiva.
O assunto é espinhoso, ninguém quer passar pelo desprazer de chegar em casa e encontrar a casa arrombada e não ter uma forma de reagir, a legítima defesa, O estatuto do desarmamento desarmou o cidadão e não desarmou o criminoso, o cidadão fica refém. É desafiador para nós investidos em cargos de autoridade, ressaltou a importância da participação social. A participação popular é transformadora, sou entusiasta do movimento social vocês criaram agenda política e trouxeram até a Casa Legislativa. O Estatuto do
O Presidente do Sindipol enfatizou, a cada local uma metodologia diferente, em seu discurso, Denílson Martins enalteceu a polícia militar, metodologia na abordagem é diferente de uma cidade para a outra. Como já dizia Guimarães Rosa, “Minas Gerais são tantas” …
“Todos nós precisamos trabalhar na violência doméstica, a criminalidade é silenciosa.

Capitão da Policia Militar – Sr. Carlos Alves
Comandante da 150ª Cia BPMMG. Santa Luzia/MG

De acordo com o comandante, a área de abrangência se estende a 52 bairros da sede até a companhia, a PM precisa estar presente nos outros locais. Tive uma redução de 20% dos crimes violentos em relação ao mesmo periodo de 2016, até o último dia 06/09 tive uma redução de 16% nos crimes violentos comparando o mesmo periodo com 2016, crimes contra o patrimônio e homicídio consumado. No ano passado aconteceu dois casos de cárcere privado, o que não houve em 2017, graças a Deus. Crimes contra o patrimônio redução de 12%. Estamos à disposição de todos.

“A SEGURANÇA É ESSENCIAL PARA A QUALIDADE DE VIDA DE TODOS NÓS!”

Dra. Adriana das Neves Rosa, Delegada da Polícia Civil da Delegacia Especializada de Homicídios. Santa Luzia/Mg. Titular da Delegacia de homicídio.

Agradeço o convite da Casa Legislativa e me coloco à disposição.
É importante a participação da comunidade no discursão da segurança pública.
Estou no município há cinco meses. Nós agentes da segurança pública somos clientes da mesma.
Dados específicos da Del. De homicídio é o trabalho de qualidade e o apoio de todos, A polícia investigativa trabalha com informações e cooperação da comunidade local, ela é essencial para que nós possamos desenvolver o nosso trabalho com mais facilidade.
Nós trabalhamos as informações que nos chegam, temos um ponto de partida, sem a participação de todos não se consegue fazer segurança pública, ela é um dever do Estado mas é obrigação de todos.
Homicídio tem uma relação intima com o tráfego de drogas, e o tráfego está relacionado com a maioria dos crimes contra o patrimônio e contra a pessoa,
Claro que o nosso foco é uma delegacia especializada, que não podemos fugir a isso,
O número de homicídios em Santa Luzia está diminuindo, o estudo feito pelo período de 2016 e 2017, fazendo um comparativo de janeiro a setembro a redução é de 29% dos homicídios que ocorreram em Santa Luzia, é uma redução significativa, precisamos trabalhar para que esse número se reduza ainda mais.
Enfatizou que por traz do traficante tem uma família, cheguei com obrigação de fazer um trabalho de qualidade. Estou à disposição de todos.
Após a fala da Delegada, o vereador João Binga, presidente da comissão de segurança pública, comentou que o Palmital melhorou muito até no relacionamento de um bairro para o outro.
Ronilson , representante da associação empresarial e comercio de Santa Luzia.
A importância das parecerias e convênios ajuda na segurança pública, quando cada um faz a sua parte, assim teremos menos presídios, menos presos.
No transporte: todos os ônibus são monitorados, sobre a 150 cia são as circunstâncias de alguns acontecimentos até mesmo por causa da área de abrangência que o sr. Capitão Carlos Alves demanda.

Sr. Rodrigo Melo – Diretor do presídio do Bairro Palmital. Santa Luzia/MG.

O presídio do Palmital pede socorro!
Precisamos de uma nova estrutura no presídio do Palmital, além de infraestrutura.
Viaturas sucateadas tanto na civil quanto na polícia militar, independente até da falta de gasolina a polícia tem trabalhado muito.
Estamos enxugando gelo, o preso aqui não tem ressocialização.
Temos 39 camas e 240 presos, a estrutura lá é para até 90 presos. Já existe uma verba Federal para a construção do presídio, só nos falta o terreno.
Sem discriminar, o preso é considerado o lixo da sociedade, ninguém quer perto de sua casa, enfatizou.

Sra. Geralda Mara Matoso
Conselheira Fiscal da Associação do Bairro Boa Esperança.

Em defesa da permanência da 150ª Cia PM, Bairro Boa Esperança.
Geralda fala do impacto que reflete em Santa Luzia:
Comércio, posto de gasolina, bancos, supermercados, escola e transporte, entre outros.
A conselheira atentou para as grandes necessidades e apresentou justificativas plausíveis para a permanência da 150ª Cia no Boa Esperança.
Em resposta o Capitão Comandante da Cia, reitera que não há nenhuma afirmação sobre a saída da Companhia até o presente momento.

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