Governo brasileiro sem “moral” para negociar!

Governo sem moral para negociar a greve continua! Foto Divulgação Portal Correio
Governo sem moral para negociar a greve continua! Foto Divulgação Portal Correio
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Mesmo concedendo todos as reivindicações dos caminhoneiros, que já estão no 9º dia consecutivo de greve em todo o país, o Governo não conseguiu negociar o fim da greve que está crescendo com adesão de outros setores. Já é comum o desabastecimento de alguns alimentos e o alto preço nos que ainda são encontrados no mercado.

Já o combustível não falta, mesmo estando no maior preço da história os postos são abastecidos sob escolta onde filas quilométricas são formadas e todo o estoque é comprado.

“Brasileiros e brasileiras, nós fizemos nossa parte para atenuar problemas e sofrimentos. As medidas que acabo de anunciar, repito, atendem à praticamente todas as reivindicações que nos foram apresentadas. Por isso, eu quero manifestar a minha plena confiança, a confiança do Governo, no espírito natural de responsabilidade e de patriotismo de cada um daqueles caminhoneiros que servem ao nosso país”, afirmou o presidente em seu pronunciamento que não apresentou resultado positivo ao planalto.

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A população está a cada dia mais furiosa o que pode ser facilmente entendido quando durante o tempo reservado à Temer foi possível ouvir em diversas capitais pelo Brasil um enorme panelaço e gritos ensaiados “Fora Temer”, “Intervenção Já” e outros semelhantes.

O presidente do Sindimoto (Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas), Gilberto Almeida, que representa cerca de 500 mil profissionais de São Paulo, afirma que a categoria decidiu aderir à greve dos caminhoneiros devido à falta de condições de trabalho haja vista que o combustível está escasso. Segundo ele os motociclistas, que já realizaram um protesto na última sexta-feira (25), pretendem fazer uma nova manifestação nesta terça-feira (29).

Hoje foi a vez dos Metroviários de Belo Horizonte que começaram uma greve por tempo indeterminado. O Metrô começou operar em escala mínima. A principal reivindicação dessa classe é a falta de reajuste salarial e o alto preço do combustível, alimentação, transporte entre outros esferas básicas para uma vida digna.

Quem também convocou paralisão foi a Federação Única dos Petroleiros (FUP) que fará uma paralisação de 72 horas começando na próxima quarta-feira (30). O que pode piorar ainda mais a falta de abastecimento nas cidades. Eles reivindicam a saída de Pedro Parede da presidência da Petrobras além de exigirem a redução dos preços do gás de cozinha e combustíveis, por meio de mudanças na política de preços da Petrobras.

Mais que as classes e sindicatos, o que pode ser visto em redes sociais são atos e mais atos marcados pela população sem a organização daqueles. Agora a população independente também começa fazer manifestações em todo o país.

Samuel Pietro

 

 

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