Mineral, vegetal ou animal… ou tudo isso junto?

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Muito se pergunta sobre o sentido da vida. Como se ela própria não bastasse. E pro bicho homem não basta. É preciso pensar a vida, tendo em vista a terrível consciência da morte. Até onde se sabe, justamente o homem é o único ser vivo na natureza capaz de cuidar dos demais. Todos os outros são vulneráveis, totalmente entregues a seu lugar na cadeia alimentar e ao acaso. O melhor projeto da natureza, o melhor animal de uma fauna que, por um asteroide pequeno, quase foi dizimada. A história da evolução, dentre outras estórias, mostra estreita relação ante o evento que extinguiu os grandes lagartos da pré-história e o sucesso de peixes, roedores, aves e mamíferos por toda parte. Roedores, em especial, para lembrar nossa semelhança biológica. Olhe um rato nos olhos, vire-o de cabeça para baixo, preste atenção em seus pés e mãos. Se não enxergar semelhança é porque não tem conhecimento do próprio corpo. Não a toa, são eles nossas cobaias ideais nos testes de laboratório. Se funcionar com ratos, a chance de funcionar com a gente é grande.
O fato é que não somos mais que girinos com a melhor metamorfose. Vemos isso em “Os Embriões de Haeckel”. É como ficaram conhecidos desenhos dos primeiros estágios da vida humana e de outros animais, feitos no século XIX (19 pra quem não se lembra dos algarismos romanos). Ficou famoso por apoiar as teorias da evolução de Charles Darwin e mais ainda depois que ficou provado que os desenhos tinham sido “maquiados” para ficarem mais parecidos. Mais nem precisava, já eram parecidos o bastante.
Sim, nós somos animais. Até porque são apenas três opções (mineral, vegetal ou animal) e a gente tem que se encaixar em uma delas. Os mais capazes, inclusive de cuidar e até amar os demais. Se você não se considera um Ser Divino, considere ser corresponsável pela natureza, pois é um único animal apto a protegê-la, inclusive dela mesma.

Por Roney Silva

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